Canoagem Maratona
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Campeonato Mundial de Canoagem Maratona

Na semana passada sete atletas brasileiros se aventuraram em águas sul-africanas para participar do Campeonato Mundial de Canoagem Maratona. Os atletas, que competiram nas provas do caiaque das categorias Master e Paracanoagem, representaram bem o país e dois retornaram ao Brasil como campeões mundiais de suas categorias. A equipe do Brasil desembarcou na África do Sul no domingo (03) pela manhã, e sem ter tempo para se acostumar ao fuso horário já teve que se preparar para a competição que teve início na segunda (04). O rio Umsunduzi, dentro do Canal Camps Drift foi o palco das disputas que tinham 11,8 e 22,6 km. As provas aconteceram em um circuito dentro do rio, com as disputas durando três voltas nas provas de Paracanoagem e seis voltas nas provas da categoria Master. Entre uma volta e outro os atletas deveriam desembarcar e percorrer um trecho de aproximadamente 100m com o barco nos ombros antes de retornar para a água e continuar a prova.   Mundial de Canoagem Maratona O primeiro brasileiro a competir no Mundial foi Paulo Ricardo Campos Cabral Salomão, no K1 35-39 anos. Ele completou os 22,6 km de sua prova com o tempo de 02:24:04,09 e terminou a prova na 14ª colocação. Apenas quatro minutos depois Marcelo Pompeu entrou na água para a disputa do K1 45-49 anos. Ele finalizou a prova na 23ª colocação, com o tempo de 02:22:17,03, menos de quatro minutos atrás do sul-africano Michael Hanekom. A participação brasileira no primeiro dia foi encerrada por Rubens Pompeu, que ficou na 16ª posição do K1 50-54 anos, com o tempo de 02:21:13,01. O segundo dia de provas começou com pódio brasileiro. Luciano Pereira Lima, no ParaKL1 e Nayara Karin Falcão de Oliveira, pelo ParaKL3, entraram no rio Umsunduzi logo pela manhã e garantiram o título de campeões mundiais em suas...

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O Canoísta
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O Canoísta – Por Givago Ribeiro

Givago Bitencourt Ribeiro é um canoísta brasileiro, atleta olímpico e irmão do também canoísta Gilvan Ribeiro. Em "O Canoísta", vídeo foi produzido pela Toca Audiovisual e lançado logo após a classificação do atleta para a Olimpíada do Rio, você curte uma mensagem de motivação, belas imagens e tem a real dimensão do esforço de um atleta desse nível.   O Canoísta   Direção: Matheus Toledo Direção de Fotografia, Montagem e Finalização: Bruno Fenner Áudio: Vox Haus Texto: Gilvan Ribeiro Tradução: Gleison Barbosa e Denise Braga

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Ana Sátila garante prata inédita em Praga
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Ana Sátila garante prata inédita em Praga

Um fim de semana histórico em Praga. Ana Sátila conquistou uma prata inédita para a Canoagem Brasileira no K1 Feminino, além de Felipe Borges, Pedro Gonçalves, Charles Corrêa e Anderson Oliveira do C1, K1 e C2 Masculino respectivamente, colocam pela primeira vez o Brasil todas as semifinais disputadas em uma etapa da Copa do Mundo. Com o tempo de 110.75 segundos, Sátila entra novamente para a história com sua medalha de prata. Na sua descida realizada durante a 4a Etapa da Copa do Mundo de Canoagem Slalom, em Praga, na República Tcheca, ela obteve quatro toques e ficou apenas 2.16 segundos da primeira colocada a alemã Ricarda Funk. “Eu precisava dessa medalha. Nos Jogos Olímpicos um erro meu me deixou fora da semifinal, mas agora eu já quero trabalhar muito mais pensando em Tóquio, e essa medalha é só o início”, comenta. Para o treinador da Equipe Brasileira, Ettore Ivaldi, esse resultado consolida Ana entre as melhores do Mundo na sua categoria. “Ana está muito bem, e vai crescer ainda mais”, garante o técnico. Para João Tomasini Schwertner, presidente da Confederação Brasileira de Canoagem o resultado de Ana Sátila monstra que a Canoagem Slalom dará boas notícias nos próximos anos. “Logos após os Jogos Olímpicos demonstramos que iniciamos um novo ciclo olímpico com o “pé direito”, se a Canoagem Slalom era uma promessa para a Rio 2016 com certeza ela será uma realidade de medalha em Tóquio 2020”, comenta. Com apenas 20 anos de idade a atleta natural de Iturama/MG iniciou sua carreira esportiva quando residia em Primavera do Leste no Mato Grosso. Sátila ingressou na Equipe Permanente em 2012 e mudou para Foz do Iguaçu (PR) quando a Canoagem Brasileira iniciou o projeto do ciclo olímpico para a Rio 2016. Com o ingresso do BNDES como patrocinador oficial somado a Itaipu Binacional e posterior a General Electric do Brasil...

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Roberto Maehler, Vagner Souta, Celso Oliveira e Gilvan Ribeiro - Foto Alexandre Loureiro
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Canoagem Brasileira entra para a história

Isaquias Queiroz e Erlon Souza garantem a prata no C2 1000m e se despendem do Rio 2016 colocando a Canoagem Brasileira entre os esportes mais vitoriosos da competição. Foi emocionante do começo ao fim. A Canoagem Brasileira despede-se dos Jogos Olímpicos Rio 2016 como um dos esportes mais vitoriosos da competição e Isaquias Queiroz como o único atleta de toda história olímpica do Brasil a conquistar três medalhas numa mesma edição dos Jogos. Hoje foi a vez do C2 1000m, prova que os brasileiros Isaquias e Erlon Souza lideravam até os últimos 250 metros quando foram ultrapassados pelos alemães que ficaram com o ouro. A final foi disputadíssima e os brasileiros remaram muito forte durante toda a prova que terminaram na 2ª colocação com o tempo de 3:44.819, atrás apenas dos alemães Sebastian Brendel e Jan Vandrey com 3:43.912. O bronze ficou com os ucranianos Dmytro Ianchuk e Taras Mishchuk com a marca de 3:45.949. Para Isaquias o resultado (três medalhas) é fruto do trabalho de anos de treinamento, fato que que mostra a força de vontade do povo brasileiro. “A gente tem essa garra, né? De nunca desistir. Hoje ganhei com o Erlon e estou muito feliz por ter ajudado ele a conquistar a medalha. Ele também merecia ganhar essa prata, pois os últimos meses foram de muito treinamento em Lagoa Santa (local de treinamento). Mas agora é hora de descansar”, disse. Erlon disse que estava ansioso em entra logo na água para competir. “Desde segunda-feira estou querendo entrar na água, competir e hoje graças a Deus a gente conseguiu este feito histórico. Saímos com o sentimento de dever cumprido e agora é férias”, comemorou Erlon que estava emocionado com a conquista.   Isaquias quebrando recordes Com o resultado Isaquias entra não só para a história do esporte brasileiro, sendo o único atleta do país a conquistar três medalhas...

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História de Isaquias Queiroz
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+ Esportes de Remo, Canoagem Velocidade

História de Isaquias Queiroz e suas conquistas

Pela primeira vez um atleta brasileiro conquistou três pódios em uma mesma Olimpíada. Para se ter uma ideia do tamanho desse feito, antes dos Jogos do Rio 2016 o recorde de duas medalhas em uma mesma edição pertencia a atletas como Gustavo Borges e Cesar Cielo. O nome dele é Isaquia Queiroz, de Ubaitaba a 450km de Salvador, na Bahia e atleta da canoagem. Isaquias levou para outro patamar não apenas o recorde individual de medalhas, mas todos os esportes de remo. A performance da canoagem nos jogos foi fundamental para assegurar a melhor participação brasileira na história dos jogos. O brasileiro está orgulhoso, o brasileiro que rema está mais orgulhoso ainda. O resultado também transformou o atleta no primeiro a levar três medalhas olímpicas na canoa   História de Isaquias Queiroz Sua determinação e força são diferentes, isso notamos durante todas as provas que o brasileiro de Ubaitaba disputou. Talvez pelas dificuldades e batalhas que enfrentou desde muito novo, ele consegue compensar todas as deficiências que qualquer atleta infelizmente enfrenta no Brasil, com uma vontade de vencer fora do comum. Isaquias enfrentou ainda novo a morte do pai e a perda de um rim durante um acidente. Muito para qualquer um, mas isso aconteceu quando o atleta tinha apenas 10 anos. O contato com o esporte ocorreu ainda na infância. Aos 11 anos, ele e os irmãos ingressaram no projeto social “Segundo Tempo”, na cidade onde nasceram. Isaquias cresceu no esporte, já em 2013 e 2014, conquistou o campeonato mundial na prova de 500 metros. No ano seguinte, em Toronto, ele levou dois ouros na C1 200m e na C1 1.000m   Isaquias Queiroz no Rio 2016 Isaquias Queiroz queria o ouro para fechar sua participação histórica, mas não faltam motivos para comemoração. Depois de conquistar a prata no C1 1000m, o bronze no C1 200m , na última prova e...

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