Circuito Outback - SUP e Canoa Havaiana
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Canoa Havaiana

Mudanças na canoa havaiana Aloha Spirit CBVAA

Buscando sempre objetivos como manter o Aloha Spirit o mais alinhado possível com as escolhas da nova confederação e consequentemente preparando equipes para experiências internacionais e continuar colaborando com o crescimento da modalidade, coisa que temos feito há nove anos, no dia 25/04/2017, em reunião com representante da CBVAA (Confederação Brasileira de Va’a), Sergio Prieto, ficou definido que tanto no Brasileiro como no Aloha Spirit, as seguintes regras passarão a vigorar: CATEGORIAS OC6 Existirão duas categorias: Equipes formadas por atletas de diferentes clubes e Equipes formadas exclusivamente por atletas de um clube O formato das provas e definição dos campeões irão funcionar da seguinte maneira: Haverá uma premiação “overall” que premiará do 1º ao 3º, entre todas as canoas que estiverem disputando a prova, independente de formadas ou não por atletas do mesmo clube, e haverá outra premiação exclusiva para as equipes formadas por atletas do mesmo clube. Todas as categorias com exceção da Estreante e Junior, terão esta divisão e serão chamadas da seguinte maneira: Nomenclatura OC6 Masculino Open e Masculino Open Clube / Masculino Máster e Masculino Máster Clube / Masculino Super Máster e Masculino Super Máster Clube / Estreante / Júnior OC6 Feminino Open e Feminino Open Clube / Feminino Máster e Feminino Máster Clube / Feminino Super Máster e Feminino Super Máster Clube / Estreante Exemplo de premiação Uma equipe formada por atletas do mesmo clube, que chegue em segundo lugar entre todas as equipes, subirá ao pódio e receberá a premiação de 2ª colocada no geral, mas voltará ao pódio também para receber a premiação de 1ª colocada na categoria “clube”. Não existirá título mais importante que o outro para efeito de premiação e também para o Aloha Spirit, afinal estamos certos que serão todas grandes equipes, treinadas, dedicadas, mas com objetivos diferentes. Um de remar entre amigos de diferentes praças e a outra...

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TriboQPira - Foto: Gilmar Domingos de Oliveira
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Hexacampeã, equipe TriboQPira usa a experiência para novo título

A experiência será uma das armas da TriboQPira em busca do heptacampeonato no 14º Desafio Volta à Ilha de Santo Amaro de Canoas Havaianas. A prova, com 75 km de remadas ininterruptas, será disputada no próximo dia 4 (sábado), com largada na Praia da Aparecida, em Santos, às 10 horas, reunindo nada menos que 31 equipes, um recorde no Continente. Com a mesma base de 2016, quando conquistaram a vitória, o time vem reforçado do experiente Celso Filetti, um dos maiores entusiastas da modalidade no Brasil. “O Celso é um remador de peso, por sua vivência. Mas o que conta mais é a amizade, a sintonia. Já tinham alguns anos que estávamos pedindo para ele voltar, mas relutava pela idade. Agora, ele topou e ficamos felizes”, diz Felipe Neumann, capitão da TriboQPira. Aos 52 anos de idade e com nada menos que 13 participações na Volta à Ilha de Santo Amaro, Filetti não esconde a animação de retornar à antiga formação. “Essa prova é superação total. É a cabeça que manda. O mais importante é o psicológico. Se estiver bom, não tem limites”, afirma. “Minha frase é Entrega, Confia, Aceita e Agradece”, relata. A grande rival será a Samu Team Brazil, recordista na disputa e com conquistas internacionais, além de ser top 10 na emblemática travessia Molokai Oahu, no Havaí. “A Samu é uma equipe à parte. São profissionais, vamos dizer assim. Sempre muito forte. Difícil bater, não impossível. Vamos partir para cima, sem medo. Vai dar uma briga boa”, ressalta o capitão da TriboQPira, um dos maiores vitoriosos na modalidade na categoria individual. Além de Felipe e Celso, os campeões de 2006 a 2010 e no ano passado contam com destaques como Cadu Zaidan, outro grande nome nas disputas individuais, Luiz Ignácio, o Bigorna, Jefferson Libório e Marcos Mendes. “Novamente teremos uma equipe forte, que se conhece bem, é experiente e...

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14º Desafio Volta à Ilha de Santo Amaro de Canoas Havaianas é confirmado para 4 de março

O nome já avisa: Desafio. Com nada menos que 75 km de remadas ininterruptas, está confirmado para o dia 4 de março o 14º Desafio Volta à Ilha de Santo Amaro de Canoas Havaianas. A disputa de 2017 terá como grande novidade o aumento do número de equipes. Desta vez, serão 30 canoas na competição, que a partir desta edição passa a fazer parte do Calendário Oficial de Santos. “Este ano foram 21 equipes e depois de avaliar toda a logística, vamos enfrentar esse novo desafio de ter 30 canoas largando juntas. Será um grande espetáculo”, afirma Fábio Paiva, um dos maiores entusiastas da modalidade no Brasil. “Essa é uma prova que exige estratégia e sinergia de todos os membros da equipe, até mais do que força”, destaca. Ele revela que assim que os atletas foram informados da data, a procura foi grande e mais de 20 equipes já estão confirmadas. “Temos participantes de Vitória, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo, Santos, Niterói, Brasília, Florianópolis, Ilhabela. Cada time conta com nove atletas, seis remando e três no revezamento, além dos apoios que acompanham, o pessoal da organização, fiscais, segurança. Então, estimamos mais de 400 pessoas envolvidas diretamente no evento”, ressalta Fábio Paiva. As equipes estarão divididas nas categorias masculina, mista, feminina e master (acima de 40 anos). A prova terá início e final na Praia da Aparecida, em Santos. A largada será no estilo Le Mans e o percurso no sentido anti-horário, passando por todas as praias de Guarujá, com cerca de 40 km pelo mar, e a parte final no Canal de Bertioga e no Porto de Santos. “Temos todos os tipos de cenários. De ondulações, correntezas até baixios na parte do rio”, revela Fabio Paiva. Inscrições na 14º Desafio Volta à Ilha de Santo Amaro de Canoas Havaianas Cada canoa terá seis atletas remando e o revezamento é um...

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Fabio Paiva conduzirá a tocha olímpica pelo mar

A passagem da tocha olímpica pela Baixada Santista na próxima sexta-feira (22) terá vários momentos de emoção, mas um – em especial – promete surpreender. Um dos maiores entusiastas da canoagem no Brasil, o santista Fábio Paiva conduzirá a chama olímpica sobre uma canoa havaiana, hoje um dos esportes de destaque em Santos, trazendo junto cerca de 300 remadores, nas próprias canoas, caiaques e pranchas de SUP. “O cenário, acredito, ser inédito não só no Brasil, mas no Mundo. Serei um condutor que estarei com a tocha por mais de 20 minutos e isto é fantástico”, diz Fabio. “Teremos, inclusive, remadores de outras cidades vindo nos prestigiar, como Bertioga, São Vicente, Praia Grande, Ilhabela, Niterói, Araruama. Isto não tem preço”, afirma Fabio, que tem sua imagem vinculada como grande competidor, organizador de eventos e também fabricante de embarcações, com a Opium Hightec Line, sempre ligado à canoagem.   Para ele, a escolha de seu nome representa dois reconhecimentos, o da modalidade que ajudou a desenvolver em todo o País e tem Santos como referência e dele mesmo, por todo o trabalho feito em prol dos esportes náuticos. “Portanto, achei justo dividir essa emoção com todos os praticantes. Vejo tudo isto como um marco na minha vida”, relata o remador de 53 anos, que como competidor acumulou 15 títulos nacionais na canoagem de velocidade de oceânica e outros tantos mais recentemente na canoa havaiana. “A emoção é indescritível. A cada momento que me prego vagando nas reflexões é como se passasse um filme na minha cabeça. Me sinto um cara de muita sorte”, comenta Fabio, com uma relação com as olimpíadas. “Ganhei a seletiva para disputar os Jogos de Barcelona (1992) e por um desentendimento com a Confederação fiquei de fora. A entidade anulou o resultado e convocou nova disputa para atletas que ficassem concentrados...

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Volta à Ilha de Santo Amaro de Canoas Havaianas
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Volta da Ilha de Santo Amaro de Canoa Havaiana 2016

A emoção, disputas e superação enfrentadas no 13º Desafio Onbongo Volta à Ilha de Santo Amaro de Canoas Havaianas, no dia 12 deste mês, estão em destaque no vídeo produzido pela Sup Life Brasil. O clipe apresenta a prova, considerada a mais difícil das 13 edições realizadas pelas condições do mar, exigindo muita estratégia e preparo físico e técnico das 21 equipes que enfrentaram os 75 km de remada. O evento contou com atletas de várias partes do Brasil, até mesmo do Distrito Federal. A competição teve largada e chegada na Praia da Aparecida em Santos, e os competidores remaram a primeira parte do percurso pelo mar, passando por todas as praias de Guarujá, e depois pelo Canal de Bertioga e o Porto de Santos.   Vídeo da Volta da Ilha de Santo Amaro   Os grandes vencedores foram os atletas da Poseidon, antiga TriboQPira, que já havia faturado o título outras cinco vezes. Eles completaram o trajeto em 6 horas, 16 minutos e 16 segundos, à frente da YCP Koa Va’a, formada em sua maioria por competidores da master, com 6h21min57s. Mas para a maior parte dos participantes, o resultado não foi o primordial. O que valeu foi completar o desafio.O 13º Desafio Onbongo Volta à Ilha de Santo Amaro de Canoas Havaianas teve os patrocínios de Caiaques Opium Hightec, Onbongo, Embraport e Farma Conde. Apoio: Semes (Promifae), Prefeitura Municipal de Santos, FMA Notícias, 98 FM, Vit Shop, Panificadora Rainha da Barra, Thiago Árias Personal Studio & Pilates, IDK – Instituto DAKPA, Capitania dos Portos, Praticagem e Corpo de Bombeiros. Organização da Canoa Brasil, com supervisão da Abracha – Associação Brasileira de Canoa Havaiana.   RESULTADOS Poseidon – 6h16min16s YCP Koa Va’a – 6h21min57s Matero (mista 1ª) – 6h37min29s Floripa Va’a – 6h41min05s ATR Hoe Mana – 6h44min25s Brucutus – 6h46min41s Bahia Va’a Salvador – 6h48mn48s Tios Floripa Va’a (master 1º) -6h53min42s Ohana Paddle Club...

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Poseidon campeã no 13º Desafio Onbongo Volta à Ilha de Santo Amaro - Crédito: FMA Notícias
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Poseidon é a campeã no 13º Desafio Volta à Ilha de Santo Amaro

Por uma diferença de menos de seis minutos, a equipe Poseidon garantiu o título do 13º Desafio Onbongo Volta à Ilha de Santo Amaro de Canoas Havaianas, a mais longa prova de canoagem do Mundo, neste sábado (12), na Baixada Santista. Em condições realmente desafiadoras, os atletas enfrentaram 75 km de remadas no mar, com ondulações, e no Rio (Canal de Bertioga), com maré contra. Os campeões completaram o percurso em 6 horas 16minutos e 16 segundos, superando a equipe YCP Koa Va’a, que chegou com 6h21min57s. Outro grande destaque foi a equipe paulistana Matero, da categoria mista (três homens e três mulheres), com o importante terceiro lugar, à frente de cinco masculinas nos top 10 da prova. No total, foram 21 equipes competindo, de vários estados. Até mesmo remadores de Brasília participaram da disputa. O nome desafio foi levado à risca nessa edição. Logo na largada, várias equipes sentiram a dificuldade que teriam pela frente, com as ondas inundando as canoas. O primeiro trecho, até a Ponta do Monduba, foi de muita ondulação. Muitas canoas chegaram a virar e outras tiveram de desistir, por quebras. Com largada e chegada na Praia da Aparecida, em Santos, os atletas remaram no sentido anti-horário da Ilha de Santo Amaro, passando por todas as praias de Guarujá e depois entraram no Canal de Bertioga, com trechos de mangue, e tiveram uma “reta” final no Porto de Santos. Todas as equipes remaram com barcos de apoio ao lado, tanto para segurança, quanto para os revezamentos dos atletas. O organizador do evento e um dos maiores entusiastas da modalidade no País, Fábio Paiva, definiu bem o que os atletas enfrentaram nesta edição: “Foi a prova mais difícil da história da Volta à Ilha de Santo Amaro. O nome da prova já diz tudo. Trata-se de um desafio. As...

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João Renato - Foto Divulgação
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João Renato estreia na Volta da Ilha de Santo Amaro

Antes de competir na temporada havaiana, vice-campeão Sul-americano encara o 13o Volta da ilha de Santo Amaro neste domingo. O ano promete ser intenso para o remador vicentino João Renato Moura. Atual vice-campeão sul-americano de canoagem Master, ele encara neste fim de semana a dura prova de canoa havaiana que circunda a Ilha de Santo Amaro, considerada a maior competição do mundo na modalidade, com percurso total de 75 km. Na 13ª Volta da ilha de Santo Amaro, ele integra a equipe Brucutus Canoe Club, formada em 2002 e uma das mais tradicionais do Brasil. “Venho treinando com eles e estou otimista para minha estreia neste tradicional evento do calendário nacional”, comenta. A disputa no próximo dia 12, com largada e chegada em Santos, costea toda a ilha, entre trechos de mar e rio. Cada equipe compete com nove integrantes, seis na canoa e três revezando. O primeiro trecho será pelo mar, com cerca de 40 km, passando por todas as praias de Guarujá. O restante será em águas calmas pelo Canal de Bertioga até o Porto e depois para a chegada. No fim de semana seguinte (19 e 20/3) ele alia a canoagem à sua experiência no triathlon para encarar a primeira etapa do circuito brasileiro Aloha Spirit Festival, maior evento de modalidades aquáticas do Brasil e um dos maiores no mundo. Defensor do título nacional Master OC1, ele competirá em três provas distintas: natação, canoagem e apnéia. “Será uma prova intensa, mas a prioridade com certeza é a canoa havaiana. Desde o início do ano tenho treinado intensamente para buscar o bicampeonato em minha categoria. As outras modalidades complementam o treinamento que já faço”, explica. Porém, os olhos de João Renato brilham quando o assunto Hawaii vem à tona. Após disputar as provas mais importantes do mundo duas vezes consecutivas, ele ficou de...

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Equipe Ohana Divas
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Canoa Havaiana

Força e charme no 13º Desafio Volta à Ilha de Santo Amaro

Formada recentemente, a ATR Ohana Divas é uma das equipes femininas garantidas no 13º Desafio Onbongo Volta à Ilha de Santo Amaro, neste sábado (12), na Baixada Santista, e que vão mesclar a força física com o charme natural de um grupo de mulheres juntas numa mesma sintonia. As “divas” competem animadas, sabendo que terão pela frente uma disputa dura, com nada menos que 75 km de remadas ininterruptas, entre mar e rio, conferindo à competição o título de mais longa regata do mundo na modalidade. Das nove integrantes, cinco são de Santos e quatro de São José dos Campos. Apesar de não treinarem em mar, as quatro atletas do interior são orientadas por Rafael Leão, um dos maiores especialistas e vencedor nessa prova, junto com outro expert, Murilo Pinheiro, canoístas que fizeram parte do time recordista do percurso. A mais experiente da equipe é Rayssa Corrêa, única que já participou de outras edições da Volta à Ilha de Santo Amaro, e que junto com Viviane Benzi são campeãs sul-americanas de OC2. Outros destaques são a capitã Thais Romiti e Fabiana Ferreira, responsáveis pelo leme, posição fundamental na canoa. “Para algumas, será a primeira vez na disputa e um grande sonho, que une a parte física e psicológica”, comenta Fabiana. “A expectativa é grande. Serão cerca de oito horas remando. Não temos muita vivência com as trocas. Fizemos alguns treinos técnicos para aprimorar. A ideia é completar a prova, dar o nosso melhor, fazer o que amamos, em sintonia e no maior astral”, anuncia. Experiente nas remadas, Fabi vem de esportes como rafting e corridas de aventura e sabe que o trabalho em equipe é fundamental para uma boa atuação. “É fascinante, um aprendizado, uma evolução”, argumenta a remadora, não descartando uma disputa acirrada na categoria. “Mesmo sabendo que a outra equipe feminina é...

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Celso Filetti
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Canoa Havaiana, OC1

Celso Filetti garante o 3º ouro no Sul-Americano de Va’a

O santista Celso Filetti se tornou um dos grandes destaques do Sul-Americano de Canoagem Va’a, que está sendo disputado em Santos. Neste sábado, o atleta de 50 anos garantiu o terceiro ouro, o segundo em provas individuais da master sênior. Dessa vez na V1R, mais conhecida na região como canoa havaiana. Este tipo de embarcação utiliza remo, diferente da V1, a polinésia, onde a direção da embarcação é determinada só pela remada. Ao contrário da disputa de V1 na sexta-feira, Filetti teve um grande rival, do início ao fim, com a chegada com uma pequena diferença sobre o seu companheiro de equipe, Carlos Rittscher. “Foi bem duro. O Carlos já tinha me vencido. Ele é muito forte. Fiquei muito feliz em vencer mais essa, ganhar o terceiro ouro, mas se ele tivesse levado eu também comemoraria, porque somos parceiros da mesma equipe”, vibrou Celso, demonstrando grande espírito esportivo. “Ganhar três ouros no Sul-Americano foi superação. Fruto de muito treino, dedicação. Mas, sem dúvida, a maior alegria foi prestigiar o pessoal de fora do Brasil, emprestando as canoas para competirem. Acredito que foi uma troca de energia positiva. Quando se ajuda as pessoas, alguém também te ajuda lá em cima”, afirmou o canoísta, que emprestou dez de suas mais de vinte canoas aos participantes do Sul-Americano.   FOTOS DIVULGAÇÃO DE CELSO FILETTI. CRÉDITO: IVAN STORTI CONTEÚDO: FMA NOTÍCIAS  

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Rogerio Mendes - Foto Carla Lindermann
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+ Esportes, Canoa Havaiana

Na canoa havaiana, Rogério Mendes volta a vencer no Aloha Spirit

O canoísta Rogério Mendes (Água Marinha/Agonn Academia) se consolidou como um dos principais nomes da canoa havaiana no Brasil. No último final de semana (20 e 21), em Vitória/ES, ele voltou a vencer na categoria individual na 2ª etapa do Aloha Spirit, um dos principais torneios da modalidade no país. Com o resultado manteve 100% de aproveitamento na OC1, ficando próximo do título e para completar o final de semana, participou da equipe Tahoe, vencedora na prova de OC6.   Na prova individual, foram sete quilômetros de percurso, com vento forte e mar mexido. “Consegui assumir a liderança antes da primeira boia e mantive até o final. Encaixei a minha remada e competi muito concentrado, repetindo aquilo que faço nos treinos. A interação com o público foi o ponto alto, pois a cada volta era possível ouvir os gritos de incentivo e a energia da galera que estava na praia”, contou. Já na OC6, Rogério remou junto com alguns nomes de ponta: Celso Filetti, Cauê Serra (hoje um dos principais lemes do País), Marinho Cavaco, que figura entre os melhores remadores de SUP, e os irmãos Arthur e Rafael Santacréu. “Foi apenas a nossa segunda prova juntos e sabemos que ainda temos um longo caminho pela frente. Remamos confiantes e motivados pelos resultados individuais obtidos no dia anterior”, comentou Rogério. Além de sua vitória, a Tahoe teve o primeiro lugar de Cauê Serra na categoria V1, os segundo e terceiro lugares de Marinho Cavaco e Arthur Santacréu no SUP e também as quarta e quinta colocações de Rafael Santacréu e Celso Filetti (este também vencedor master) na OC1. “Ficamos felizes e foi importante para avaliarmos os treinos realizados”, complementou Rogério. “Agora é seguir treinando sério para chegar forte na etapa final, em novembro, no Rio de Janeiro e garantir o título. No próximo final, de semana...

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Travessia de Canoa Havaiana por uma causa nobre - Foto FRED GOMES
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+ Esportes, Canoa Havaiana

Travessia de Canoa Havaiana por uma causa nobre

Na última sexta-feira, 03 de abril, um grupo de remadores de Canoa Havaiana remou por 12h45min uma distância de 130km entre Niterói e a Ilha Grande levantando a bandeira de uma causa nobre: a divulgação da Fibrose Cística, uma doença genética que afeta os pulmões e o trato digestivo de crianças e jovens e que ainda não tem cura. Acredita-se que a prática de atividades físicas e contato com o mar diminuem os sintomas, melhorando a qualidade de vida dos pacientes. Os 14 remadores da cidade de Niterói saíram da Praia de Itaipu durante a madrugada e remaram por muitas horas durante a noite até finalmente ver o dia amanhecer em alto mar. Chegaram na Praia do Abraão por volta das 13h e foram recebidos por crianças portadoras da Fibrose Cística e seus familiares, que se emocionaram com a campanha iniciada pelo grupo. Este grupo tem um nome: Remadores de Fibra. O projeto foi idealizado pelo casal de remadores Luiza Perin e Fabiano Faria, dois dos fundadores da escola de Canoa Havaiana e Stand Up Paddle Itaipu Surf Hoe. A ideia de remar grandes distâncias pela divulgação da Fibrose Cística nasceu da parceria do Itaipu Surf Hoe com o projeto Equipe de Fibra, do Instituto Unidos pela Vida. Para criar o projeto Remadores de Fibra, o Itaipu Surf Hoe se inspirou no Instituto Maoli Ola, que desenvolve atividades com crianças com Fibrose Cística por meio da prática do surfe e da Canoa Havaiana em Oahu, no Havaí. No Brasil, a doença carece de mais atenção por parte do Governo no que diz respeito à distribuição de medicamentos, e maiores estudos para que se encontre a cura. O objetivo dos Remadores de Fibra é divulgar a doença para que mais pesquisas sejam realizadas.   Imagens da travessia de Canoa Havaiana   A travessia aconteceu em formato de revezamento, em que...

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Volta da Ilha de Santo Amaro
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Canoa Havaiana, SUP Race

Vídeo irado sobre a 7ª Volta da Ilha de Santo Amaro

A 7ª Volta da Ilha de Santo Amaro aconteceu nos dias 28/02 e 01/03 . Um verdadeiro desafio, não só pela distância da prova (77km), mas pelas condições que os atletas enfrentaram! Além das canoas havaianas e surfski, o SUP também esteve presente. Assista o vídeo deste super desafio e curta   Volta da Ilha de Santo Amaro Produção: Sup Life Brasil  

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Canoa Havaiana
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+ Esportes, Aloha Spirit, Canoa Havaiana

Equipe de Canoa Havaiana Samu irá participar do Aloha Spirit

Nos dias 13, 14 e 15 de março, Ilhabela vai entrar no espírito Aloha, promovendo a prática de esportes no mar e assistindo alguns dos principais atletas de cada modalidade demonstrar sua arte na tradicional praia do Perequê, entre a balsa e a vila de Ilhabela.     Assista a entrevista da Likit com Serginho Prieto da equipe Samu, onde ele conta um pouco do envolvimento da Canoa Havaiana com o Aloha Spirit e porque a SAMU irá participar de todas as etapas do Aloha Spirit Festival em 2015.   Canoa Havaiana no Aloha    Matéria: Likit  

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A Canoa polinésia, mais conhecida como Canoa Havaiana (OC6), chegou na base da Suporte.
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+ Esportes, Canoa Havaiana

A Canoa polinésia, (OC6), chegou na base da Suporte

A Canoa polinésia, mais conhecida como Canoa Havaiana (OC6), chegou na base da Suporte. Venham experimentar esta maravilhosa sensação que é remar na Canoa Polinésia e aproveitar a promoção de lançamento neste fim de semana para alunos e clientes da Suporte.   4 Saídas FREE de OC6 nos seguintes dias e horários Sábado - 09/08/14 10h - 5 vagas 10h30 - 5 vagas 15h - 5 vagas 15h30 - 5 vagas Domingo - 10/08/14 10h - 5 vagas 10h30 - 5 vagas 15h - 5 vagas 15h30 - 5 vagas   Garanta sua vaga pelos telefones e agende algum horário Dani - 98916-6393 Dennis - 9769-2280  

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Canoa Havaiana, Especial

No Mês das Mães, um bate-papo com uma mãe remadora…

Como todos devem saber, 2014 é ano de Mundial de Canoa Havaiana aqui no Brasil e em Maio teremos a seletiva. E como todo mundo sabe também, Maio é o mês que homenageia as mães. Então, unimos o útil ao agradável e vamos bater um papo aqui com Carolina Macknight, que mora em Niterói -RJ, atleta do remo, casada com remador e que, por sinal, não vai participar do mundial pois está com esperando a baby-remadora Nina que está pra chegar. Vamos ver o que ela tem pra contar pra gente. MundoSup: Carol, desde quando você rema? Carol: Desde 2009. MundoSup: De onde veio essa paixão pela canoa? Carol: Eu comecei a remar em 2009 por curiosidade, porque no caminho para o trabalho sempre via o pessoal passando na água e achava liiindo!! Daí resolvi experimentar e amei! Como uma amiga diz: "va'a não deve ser esporte, deve ser seita"...(risos) -  depois que a gente entra não consegue mais sair! MundoSup: Fale um pouco dos seus treinamentos antes de você engravidar. Carol: Eu sempre busquei me aprimorar na técnica do esporte pra facilitar e alongar os meus passeios (ou seja, quanto melhor eu remasse, mais longe poderia ir). Mas, por diversão, participei de algumas competições e gostei. Daí resolvi me dedicar um pouco mais aos treinos e ser mais disciplinada. Então busquei a orientação profissional em 3 frentes: preparação física na água (Sebastian Quattrin), preparação técnica na remada (Dave Macknight - maridão lindo!! rsrs) e preparação física muscular (Fernando Gavazzoni). Então minha rotina basicamente era remar 4 vezes por semana e malhar 2 vezes. Durante alguns períodos do ano eu chegava a remar todos os dias e malhar 2 vezes. MundoSup: E agora? Como está sua relação com a canoa e com as atividades físicas? Carol: Quando soube que estava grávida já tinha participado de 3 provas longas: Santo...

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Hamã Oliveira: O Clube de Canoagem Canoa Bahia
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+ Esportes, Canoa Havaiana

Bora remar OC6 em Salvador, meu rei! Clube de Canoagem Canoa Bahia

Continuei curiosando sobre bases de va'a pelo Brasil afora para fazer minhas materiazinhas aqui. Daí ouvi dizer, de fonte limpa, que uma das equipes mais animadas da Volta a Ilha de Santo Amaro em 2013 foi a Canoa Bahia. Precisava então fazer uma entrevista on-line, dado que o tempo para ir até ela estava meio escasso (pena...) Foi então que o advogado, oficial R2 do exército, multi-atleta e fundador do clube de canoagem (além de superatencioso, como todo bahiano) Hamã Oliveira cedeu seu tempo para responder minhas curiosidades e ir além. Contou coisas muito legais sobre o clube que vale muito a pena saber. Tá tudo aqui! Mundo Sup. Como começou a base Canoa Bahia? Hamã Oliveira. O Clube de Canoagem Canoa Bahia nasceu a partir e um desejo, desde quando em 2012 corri a Volta a Ilha de Santo Amaro em 2012 — a maior prova de canoa havaiana do mundo realizada no litoral paulista. Assim decidi implantar o modelo de Clube de canoagem já consolidado em diversos países do mundo, assim como em alguns estados do sul/sudeste do Brasil, sendo o pioneiro na região nordeste. Após ter avaliado o grande número de praticantes, de ambos os sexos e de diversas faixas etárias, em especial os Super Masters (acima de 60 anos), não tive dúvidas: Salvador seria o lugar ideal para a prática de todas as modalidades de canoagem, em especial a canoa Havaiana/Polinésia, visto que a Baía de Todos os Santos é a maior baía tropical do mundo e a segunda em extensão dos dois hemisférios, com águas sempre quentes, rasas, tranquilas e clima ameno; propiciando com isso a prática da canoagem dia e noite e em qualquer estação do ano. O clube começou a funcionar na histórica Praia do Porto da Barra - localizada no bairro da Barra — a primeira de Salvador...

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